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domingo, 15 de junho de 2014

Cidadão Kane



A escolha da revista Sight & Sound é patética
Saiu na blogosfera que o filmeCidadão Kane, do diretor americano Orson Wells, muitas vezes considerado o melhor filme de todos os tempos pela chamada crítica especializada, foi deposto do trono.

Em seu lugar assumiu O Corpo que cai, do inglês Alfred Hitchcock. È um sinal dos tempos diria um idoso velho filósofo de plantão.


A escolha é feita pela revista Sight & Sound que, de 10 em 10 anos, faz uma pesquisa entre 840 críticos, acadêmicos e escritores do mundo todo. Ladrões de Bicicleta, de Vitorio de Sica reinou até 1962, diz o Google, substituído por Kane nos últimos 50 anos.

sábado, 14 de junho de 2014

A elite reserva ao país o mesmo lugar exortado à presidenta

O Conexão Serrana reproduz  artigo de Saul Leblon, na Carta Maior:

A virtude, a civilização, a sorte do desenvolvimento e os destinos da sociedade há muito deixaram de interessar a elite brasileira.

Quando a elite de uma sociedade se reúne em um estádio de futebol e a sua manifestação mais singular é um coro de ofensas de baixo calão, quem é o principal atingido: o alvo ou o emissor?

Aécio volta atrás no episódio de xingamento contra Dilma


Horas depois de afirmar que os xingamentos à presidente Dilma Rousseff (PT) na abertura da Copa do Mundo representavam os frutos que a petista havia plantado ao longo dos últimos anos, o pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, voltou atrás

Aécio publicou um post em sua página oficial no Facebook, dizendo que, apesar das críticas que tem feito ao governo de sua adversária política neste pleito, os limites do respeito pessoal não devem ser ultrapassados. "No que depender de mim, o debate eleitoral se dará de forma respeitosa", disse o tucano.

Movimentos sindicais comentam xingamentos e vaias a Dilma

Representantes do MST, MSTS, CUT e Força Sindical condenaram o episódio




As vaias e xingamentos da elite, dirigidos à presidente Dilma Rousseff durante a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, nesta quinta-feira (12/6), foram reprovados pelos movimentos sindicais brasileiros. O Jornal do Brasil  conversou com representantes desses grupos para saber a sua opinião sobre a postura dos espectadores da partida entre Brasil e Croácia. Setenta por cento das pessoas que estavam na Arena Corinthians eram homens que patrocinam o evento.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Os vira-latas e o pênalti

Matilhas inteiras de vira-latas, no sentido rodrigueano, claro, estavam latindo para a lua, ontem, incomodadíssimos com o pênalti marcado pelo juiz japonês, a favor do Brasil no jogo de contra a Croácia.
No embalo, a rapaziada tentava também desqualificar o terceiro gol do Brasil, que teria nascido de uma falta cometida pelo meio-campo Ramirez.
Foi um pouco demais e vira-latas mais domesticados não concordaram.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Dilma foi pé quente na estreia da Copa do Mundo





Um país que vaia um presidente da República, onde mais de 60% da população é pobre, está correndo o risco de terbrasileiro  morando fora do Brasil. Dilma Rousseff foi pé quente na estreia da Seleção na Copa, e não pé frio. Só quem pagou muito caro pelo ingresso para a Arena Corinthians pôde vaiar a presidente.
Na França, comentava-se que o ex-presidente Valery Giscard d'Estaing chegava frequentemente bêbado em casa. Um dia, ele chamou os jornalistas que o acusavam e disse:
"Vocês me chamam de bêbado, me desmoralizam, mas eu sou o presidente de vocês. Se sou tudo isso, os que votaram em mim o que são?

Paulo Moreira Leite e os que já perderam a Copa


O Brasil não ficou melhor nem pior com o Mundial.

Mas, acima de tudo, a Copa de 2014 está sendo, para os brasileiros, uma experiência cultural confortadora. Não vamos ser completamente ingênuos. A partir da versão que era preciso aguardar desastres inevitáveis e inúmeras provas de incompetência durante o Mundial, o Imagine na Copa e o Anti-Copa só tentavam nos convencer de que um grande fracasso se aproximava. Deu errado.

A crítica foi tão exagerada, tão desmedida, que a realidade mostrou-se muito melhor do que se queria imaginar. O choque foi muito grande. Equivale a acordar de um pesadelo.