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domingo, 8 de novembro de 2015

Globo confessa antes de ser condenada


Errar, erra sempre. E só desmente porque Lula foi à Justiça!

página do globo
A primeira página inútil do Globo - que só sobrevive porque a TV Globo o sustenta - traz nesse domingo 08/11 essa preciosidade.

O Globo confessa que mentiu quando seu notável colonista - egresso do detrito sólido de maré baixa - estreou com a "informação" de que um dos 23.098 delatores de Guantánamo tinha citado o Lulinha, filho do Lula.

Mentira.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A obra de Aécio, segundo Nassif: Serra no PMDB e Alckmin no PSB?


brinquedo
O “campeão moral” da eleição passada parece estar colhendo, rapidamente, os frutos de sua passagem para a militância de extrema-direita.
Aécio Neves transformou-se numa espécie de Kim Katiguri de caças compridas e ao PSDB no “Revoltados Online”, indo a um ponto em que – sabem os políticos mais experientes – acaba comprometendo sua própria viabilidade eleitoral.
Não é à toa que, mesmo com todo o desgaste do Governo e a crise econômica, Aécio não consegue ir além do que já teve e, segundo o último levantamento do Ibope, ficar menor.
Até mesmo figuras como Álvaro Dias, o histriônico senador do Paraná, o condenam por ter colocado o partido a reboque de Eduardo Cunha.
O menino mimado e birrento está destruindo o partido do qual só diz que “é meu, é meu, é meu”!
POR  · 

Como Aécio implodiu com o PSDB

Luis Nassif, no GGN
Nos próximos dias é possível que José Serra se mude com armas e bagagens para o PMDB. Há rumores consistentes de que o governador paulista Geraldo Alckmin vá para o PSB. Antes mesmo de entrar já prestou um grande favor ao partido: foi ele quem costurou a ida de Marta Suplicy para o PMDB.
Tudo isso devido ao fator Aécio Neves.
Desde a morte de Mário Covas e Sérgio Motta, o PSDB foi perdendo substância. Transformado em referencial único do partido, Fernando Henrique Cardoso jamais logrou conferir-lhe profundidade programática. Vazio, acomodado, superficial, FHC contentava-se com boutadespara uma mídia extraordinariamente indulgente e em sua revanche permanente com Lula.
O partido acomodou-se com a aliança com a mídia. Tendo à sua disposição a maior máquina de construção e destruição de ideias, não soube alimentá-la de conceitos legitimadores.
Sem ideias, sem programas, a mídia quedou-se ante um anti-estatismo primário, em posturas anti-políticas sociais e em discursos anti-corrupção. Só anti. Não conseguiu sequer elaborar os bons conceitos liberais.
Grupos de mídia falam para o fígado e os intestinos, não para o cérebro. E o PSDB foi atrás. Passou a ter o rosto irado de Aloysio Nunes, o histrionismo de Aécio, o primarismo de Carlos Sampaio.
Um a um os intelectuais que ajudaram a fazer o partido foram recolhendo armas. Os economistas formuladores se recolheram às suas instituições, como Luiz Carlos Bresser-Pereira e Yoshiaki Nakano. Os financistas, como Luiz Carlos Mendonça de Barros e Pérsio Airda,  contentaram-se em continuar ganhando dinheiro, mas abrindo mão de militância partidária. Os cientistas sociais mais ligados a FHC, como Boris Fausto e Arthur Gianotti, recolheram armas, provavelmente envergonhados com a virulência desqualificada dos intelectuais neo-tucanos.
Gradativamente, o PSDB foi se tornando a cara de Aécio Neves e dos Rebeldes Online, em mais um caso em que o baixo clero se apropria de uma instituição pública.
A implosão do PSDB só é surpresa para os desavisados. Há muito tempo era nítido que jogar todas as energias para destruir o adversário os deixaria na situação do abraço de afogado.
Agora, o partido que, junto com o PT, dominou a cena política brasileira nas últimas décadas, foi entregue ao mais despreparado de seus caciques.
O esfacelamento de ambos os partidos torna as eleições de 2018 uma verdadeira roleta russa.

A imprensa ética não deve temer o Direito de Resposta, diz Requião

Em entrevista a CartaCapital, o senador do PMDB-PR rebate as críticas da grande imprensa ao projeto que regulamenta o direito de resposta
Por Henrique Beirangê, para Carta Capital
Com a aprovação do projeto que regulamenta o direito de resposta em veículos de comunicação, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) comemora uma batalha que vinha travando quase isoladamente no Senado Federal faz quatro anos.

Entrevista ao SBT: porque Lula é tão temido


Você pode não gostar de Lula. Pode detestar. Pode abominar.
Mas você vê uma entrevista como a que ele concedeu ontem ao jornalista Kennedy Alencar, no SBT, e logo entende por que os caras têm tanto medo dele.
Imagine Lula, numa eventual campanha em 2018, debatendo com Aécio. Ou com Serra. Ou com Alckmin.
Ou com quem quer que seja.
É concorrência desleal. É profissional versus mirins.

Auditoria no TSE 'mostra que PSDB é oposição patética e destrutiva', diz Damous


Análise do partido de Aécio Neves é apresentada ao TSE sem apontar fraudes, adulteração de programas, de votos ou qualquer outro indício de violação no processo eleitoral que reelegeu Dilma Rousseff

São Paulo – O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pronunciou-se, ontem (5), sobre a auditoria apresentada pelo PSDB, na qual não é apontada nenhuma evidência de adulteração de programas, de votos ou qualquer outro indício de violação ao sigilo nas eleições de 2014.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Brasil é 12º país com maior riqueza individual, afirma consultoria


  1. O Brasil foi classificado como o 12º país com maior riqueza particular do mundo por um estudo da consultoria New World Health.
    A pesquisa, chamada de “W20″, resultou em um ranking listando os 20 países com maior “riqueza individual total” – uma estimativa da soma da riqueza de seus habitantes. Essa riqueza junta dinheiro, ações e propriedades. O estudo estimou o total da riqueza individual do Brasil em US$ 2,687 trilhões.
    O documento divulgado pela consultoria não esclarece os critérios usados para estimar a riqueza individual de cada país.
    Os Estados Unidos lideraram o ranking, com riqueza individual estimada em US$ 48,734 trilhões, seguidos de China (US$ 17,254 trilhões), Japão (US$ 15,230 trilhões), Alemanha (US$ 9,358 trilhões) e Reino Unido (US$ 9,24 trilhões).
    A Índia, outro país integrante do grupo Brics de economias emergentes, ficou na 10ª posição, com riqueza individual em US$ 3,492 trilhões. A Rússia, que também compõe o bloco, ficou em 18º, com US$ 1,473 trilhão.
    O México, segunda maior economia da América Latina, ocupa a 15ª colocação (US$ 1,865 trilhão).
    “No passado, análises usaram o Produto Interno Bruto (PIB) para medir os países mais ricos do mundo”, disse a empresa em comunicado.
    “No entanto, isto não é correto, já que um PIB alto não se reflete necessariamente em grande riqueza”.

    Os países com mais riqueza individual

    1. Estados Unidos
    2. China
    3. Japão
    4. Alemanha
    5. Reino Unido
    6. França
    7. Itália
    8. Canadá
    9. Austrália
    10. Índia
    11. Espanha
    12. Brasil
    13. Coreia do Sul
    14. Suíça
    15. México
    16. Noruega
    17. Bélgica
    18. Rússia
    19. Indonésia
    20. Suécia
    Fonte: New World Health

O Brasil de Abílio Diniz e o Brasil dos economistas palpiteiros


A simples declaração dada pelo empresário Abílio Diniz em Nova York, afirmando que o Brasil estava muito barato para investidores estrangeiros, e que confia que o país superará a crise, provocou um solavanco no mercado acionário. Abílio Diniz, próspero e vitorioso empresário, remou na direção contrária de alguns economistas palpiteiros, que vinham depreciando o mercado brasileiro. Sua declaração deu resultado positivo ao país. Já certos economistas - que sempre acertavam quando faziam parte do governo, e que ao saírem dele estavam miliardários - adotam hoje o "quanto pior, melhor".
Abílio Diniz sabe o preço da luta para crescer. Começou pobre e construiu uma sólida e importante empresa, numa trajetória bem diferente da de alguns ex-ministros, ex-diretores do Banco Central, que entraram pobres em seus cargos e saíram com seus bolsos abastados. Muitos destes atacam e querem destruir o país porque sonham em voltar para o poder. Disparam tiros nas mais variadas direções, inclusive batendo na tecla dos impostos brasileiros, afirmando que são dos mais pesados do mundo.
Abílio Diniz
Abílio Diniz
Ora, na Itália o imposto para quem tem mais de uma propriedade duplica em progressões aritméticas. Na Espanha igualmente os tributos são pesados e abrangentes, como no restante da Europa.
Nestes países não há mais empregados domésticos. Na Inglaterra, por exemplo, quem trabalha de barman ou em serviços de hotéis não são os ingleses, e sim aqueles que vêm de países colonizados. 
Toda a Europa vive hoje o drama dos refugiados, no qual imigrantes, antigos colonizados, buscam nos países colonizadores uma oportunidade. O processo vem assumindo proporções gigantescas recentemente, mas na realidade não é de hoje. Tanto que em Portugal, por exemplo, os angolanos hoje dominam Lisboa.
Os que incitam o caos e apostam no acirramento da crise deveriam estar conscientes de que se em países da Europa - com população entre 10 e 60 milhões de habitantes - a reivindicação dos mais pobres e necessitados, sejam imigrantes ou não, vem provocando uma instabilidade social, no Brasil, com 200 milhões de habitantes, manobrar para jogar o país no fundo do poço trará consequências de proporções inimagináveis. 
E se esta convulsão social acontecer, com o levante dos menos favorecidos, os que hoje incitam o caos fugirão para onde?