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domingo, 12 de abril de 2015

Ratos

Antes de Lula e Dilma, o Brasil era um país que não investia em infraestrutura. Deu no que deu: enormes complexos metropolitanos onde se amontoavam pessoas desempregadas, vivendo em casebres insalubres e submetidas ao fétido odor dos esgotos a céu aberto. A responsabilidade por isso é da política. Melhor dizendo, da ausência histórica de políticas que só passaram a enfrentar, de fato, esses males há uns poucos anos.


E não adianta espernear porque os números provam e o mundo já reconheceu: foi só depois de Lula e de Dilma que as populações periféricas passaram a ser alvo de políticas públicas de recuperação da dignidade desses milhões de excluídos. Antes, esses homens e essas mulheres não só conviviam com os ratos, como do ponto de vista governamental, eram tratados como tal.

sábado, 11 de abril de 2015

Recuo de Costa muda impacto da corrupção sobre Petrobras


Delator mentiu antes ou agora? Resposta pode mudar investigação
O procurador federal Carlos Fernandes Santos Lima, que seria o estrategista do Ministério Público na Operação Lava Jato, afirmou na manhã desta sexta que a mudança de versão de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, sobre a formação do preço das obras na estatal não mudaria nada na investigação. A rigor, deveria mudar, sim.
De acordo com uma reportagem da “Folha de S.Paulo”, Paulo Roberto Costa recuou em uma informação de sua delação premiada já aprovada pela Justiça. Costa afirma que a propina paga pelas empresas teria saído de suas próprias margens de lucro, não de um superfaturamento cobrado da estatal.

O golpe especulativo e midiático contra a Petrobrás murchou?


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A semana terminou excepcionalmente bem para a Petrobrás.
As ações da estatal nesta sexta-feira voltaram a subir, mesmo com um movimento inevitável de realização de lucro provocado pela alta excepcional da quinta-feira.
Ninguém sabe, obviamente, quais serão os movimentos especulativos da próxima semana.
Mas os coxinhas endemoniados de domingo, os lobotomizados pela mídia, perderam uma bandeira.
Paulo Roberto Costa, um dos principais delatores do “petrolão” retificou Sergio Moro e os procuradores.
Ele explicou que as comissões não saíam de sobrepreço de obras da Petrobrás, mas do lucro das próprias empresas.

Bolsa atinge maior nível do ano com Petrobras e dólar permanece estável


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o último pregão da semana em alta de 0,76% e atingiu o maior nível do ano: 54.214 pontos, repercutindo as falas de Joaquim Levy, que sinalizou apoio aos estados em relação ao Imposto sobre Circulação de Mercados e Servições (ICMS), e puxada pela alta da Petrobras.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Petrobras sustenta nova máxima do Ibovespa, após dia volátil com Fitch e bancos


SÃO PAULO (Reuters) – O principal índice da Bovespa fechou no azul, após sessão volátil, marcada pela disparada das ações da Petrobras em meio à cobertura de posições vendidas e forte queda dos papéis de bancos por apreensão acerca de tributação no setor.
A revisão da perspectiva do rating do Brasil por uma agência de classificação de risco corroborou a instabilidade no pregão.

Vagner e a terceirização: PMDB foi o grande traidor!

O presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, apontou o PMDB como o “maior traidor” dos trabalhadores no Congresso Nacional.

Nesta quinta-feira (9), em entrevista a Paulo Henrique Amorim, Freitas comentou a aprovação pela Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL) 4.330/04, que regulamenta a terceirização.

“O PMDB. As bancadas do PT e do PCdoB votaram todas com os trabalhadores. A bancada do PSOL também votou com os trabalhadores. Já o PMDB, que é um dos partidos aliados do Governo, votou massivamente contra os trabalhadores”, afirmou Vagner Freitas.

Lewandowski a centrais: "aqui vocês são bem-vindos"

Presidente do STF faz crítica indireta a Eduardo Cunha e sugere às centrais aguardar a tramitação total do PL 4330 antes de ação no Supremo

“Aqui vocês serão sempre bem-vindos. Vamos sempre garantir a presença de vocês em nosso plenário”, disse na tarde desta quinta-feira o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, aos presidentes da CUT, da UGT, da CTB, da Nova Central e da CSB, durante audiência.