Antes de Lula e Dilma, o Brasil era um país que não investia em infraestrutura. Deu no que deu: enormes complexos metropolitanos onde se amontoavam pessoas desempregadas, vivendo em casebres insalubres e submetidas ao fétido odor dos esgotos a céu aberto. A responsabilidade por isso é da política. Melhor dizendo, da ausência histórica de políticas que só passaram a enfrentar, de fato, esses males há uns poucos anos.
E não adianta espernear porque os números provam e o mundo já reconheceu: foi só depois de Lula e de Dilma que as populações periféricas passaram a ser alvo de políticas públicas de recuperação da dignidade desses milhões de excluídos. Antes, esses homens e essas mulheres não só conviviam com os ratos, como do ponto de vista governamental, eram tratados como tal.