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sábado, 28 de maio de 2016

A consagração internacional de FHC como golpista e fâmulo da plutocracia

O decano do golpe
O decano do golpe
FHC viveu o bastante — 85 anos até aqui — para ver sua consagração internacional como golpista. E em Nova York, a capital do mundo.
Clap, clap, clap. De pé. Para os responsáveis pelo reconhecimento.
FHC fora convidado para participar de um encontro de cientistas políticos para debater a tão ameaçada democracia na América Latina.
É um mistério o que passou pela cabeça dos organizadores ao chamar o decano do presente golpe no Brasil. É como chamar Alexandre Frota para debater educação. Mas foi brilhante a reação dos cientistas políticos que sabem perfeitamente o papel imundo que FHC representou na trama plutocrata que colocou Temer no Planalto.
Eles prontamente se insurgiram. Diante da insistência da organização em manter FHC, avisaram que respeitavam a decisão. Mas, diante dela, alertaram que iriam comparecer de preto ao seminário em protesto contra um convite tão acintosamente equivocado.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

José Attico: sugestões para o ministério Temer


 Pois é, o interino Temer disse outro dia, num discurso, que sabe governar e sabe lidar com bandidos.

A primeira colocação é duvidosa, mas deixa pra lá.

Quanto à segunda, ninguém tem a menor dúvida.

Assim como não há dúvida de que houve um longo e profícuo aprendizado, nessa, digamos troca de experiências e informações ao longo dos tempos.

José Attico: sugestões para o ministério Temer


 Pois é, o interino Temer disse outro dia, num discurso, que sabe governar e sabe lidar com bandidos.

A primeira colocação é duvidosa, mas deixa pra lá.

Quanto à segunda, ninguém tem a menor dúvida.

Assim como não há dúvida de que houve um longo e profícuo aprendizado, nessa, digamos troca de experiências e informações ao longo dos tempos.

José Attico: sugestões para o ministério Temer


 Pois é, o interino Temer disse outro dia, num discurso, que sabe governar e sabe lidar com bandidos.

A primeira colocação é duvidosa, mas deixa pra lá.

Quanto à segunda, ninguém tem a menor dúvida.

Assim como não há dúvida de que houve um longo e profícuo aprendizado, nessa, digamos troca de experiências e informações ao longo dos tempos.

José Attico: sugestões para o ministério Temer


 Pois é, o interino Temer disse outro dia, num discurso, que sabe governar e sabe lidar com bandidos.

A primeira colocação é duvidosa, mas deixa pra lá.

Quanto à segunda, ninguém tem a menor dúvida.

Assim como não há dúvida de que houve um longo e profícuo aprendizado, nessa, digamos troca de experiências e informações ao longo dos tempos.

Áudios mostram que partidos financiaram MBL em atos pró-impeachment

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  • Ed Ferreira/Folhapress
    27.mai.2015 - Participantes da Marcha pela Liberdade, caminham na Esplanada dos Ministérios, em direção ao Congresso Nacional
    27.mai.2015 - Participantes da Marcha pela Liberdade, caminham na Esplanada dos Ministérios, em direção ao Congresso Nacional
O MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), recebeu apoio financeiro, como impressão de panfletos e uso de carros de som, de partidos políticos como o PMDB e o Solidariedade. Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas permanentes para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos.
Em uma gravação de fevereiro de 2016 a que o UOL teve acesso, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em mensagem a um colega do MBL que tinha fechado com partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando as "máquinas deles também".
 
Renan diz ainda que o MBL seria o único grupo que realmente estava "fazendo a diferença" na luta em favor do impeachment de Dilma Rousseff. 
 
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Pedro Lopes e Vinícius Segalla
Do UOL, em São Paulo

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Se há alguma justiça poética numa trama imunda, é que Aécio morreu.

Comido, digerido e vomitado
Se há uma justiça poética nesta trama sórdida do golpe é a seguinte: quem mais saiu desmoralizado dele é Aécio.
Ele já foi comido, para usar uma expressão dos áudios gravados que viralizou.
Não vou escrever, vou gritar: bem feito, Playboy!
Aécio é agora nacionalmente conhecido como covarde. Renan falou de seu medo diante da delação de Delcídio, de sua paúra em saber se havia mais coisas que o incriminassem – como se as que houvesse não fossem bastantes.
Depois Renan tentou remediar e transformou a medo em “indignação”, e aqui peço uma pausa para gargalhadas.