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quinta-feira, 3 de março de 2016

Dilma vira a mesa ao denunciar vazamento; a quem interessava divulgar a falsa delação premiada de Delcídio do Amaral?

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por Luiz Carlos Azenha
O vazamento da falsa delação premiada do senador petista Delcídio do Amaral é lance de House of Cards.
O procurador-geral Rodrigo Janot classificou de “ato jornalístico”, não jurídico.
Isso não significa que não haja uma minuta de delação ou o simples registro escrito do que Delcídio teria dito a investigadores depois que foi preso por tentar atrapalhar a Operação Lava Jato, com autorização do STF referendada pelo Senado.
Janot confirmou que nunca foi homologada delação premiada do ex-líder do governo Dilma no Senado. Ou seja, o que quer que ele tenha dito por enquanto não tem valor jurídico, mas político.
Na reportagem da IstoÉ, assinada por Débora Bergamasco, consta que ele pediu seis meses de sigilo sobre seu depoimento.

Delcídio enforca PiG na IstoÉ: Não disse nem falou com suposta repórter

"Não conhecemos a origem, tampouco reconhecemos a autenticidade dos documentos"

O Conversa Afiada reprodua nota de esclarecimento do senador Delcídio Amaral (PT-MS):
Em respeito ao povo brasileiro e ao interesse público, o Senado Delcídio Amaral e a sua defesa vêm se manifestar sobre a matéria publicada na Revista IstoÉ na data de hoje. À partida, nem o Senador Delcídio, nem a sua defesa confirmam o conteúdo da matéria assinada pela jornalista Débora Bergamasco. Não conhecemos a origem, tampouco reconhecemos a autenticidade dos documentos que vão acostados ao texto. Esclarecemos que em momento algum, nem antes, nem depois da matéria, fomos contatados pela referida jornalista para nos manifestarmos sobre fidedignidade dos fatos relatados. Por fim, o Senador Delcídio Amaral reitera o seu respeito e o seu comprometimento com o Senado da República.

SENADOR DELCÍDIO AMARAL

ANTONIO AUGUSTO FIGUEIREDO BASTO
Do Conversa Afiada

quarta-feira, 2 de março de 2016

Bolsas chinesas saltam lideradas por ações imobiliárias, apesar de Moody's

As ações chinesas tiveram sua melhor sessão em quatro meses, saltando mais de 4% nesta quarta-feira (2), com os investidores atrás de ações imobiliárias e de matérias-primas, encorajados por sinais de recuperação do mercado imobiliário.
 
Os investidores ignoraram a notícia do corte da perspectiva da China para "negativa", de "estável", pela agência de rating Moody's, enquanto o mercado espera por pistas da política econômica na reunião anual do Legislativo chinês que começa no dia 5 de março.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Mesmo com todo massacre da mídia, Lula é melhor presidente para maioria

A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (27) que mostra que a maioria dos brasileiros acredita em um suposto beneficiamento entre empreiteiras do país e o ex-presidente Lula chega a ser risível, com todas as horas de TV e rádio, links na internet e páginas impressas voltadas à criminalização de um possível candidato às próximas eleições, sua mulher e seus filhos, em uma abordagem que chega a ser ela própria criminosa.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Lei para todos: e agora, FHC?



reprodução

Por que a velha mídia nunca investigou as contas que Fernando Henrique tem fora do país? Simples: porque ela também está envolvida.

Uma excelente oportunidade se abriu para os promotores de Justiça de São Paulo. Tão empenhados em investigar os que “se consideram acima e à margem da lei”, eles poderiam se debruçar sobre o contrato fictício de US$ 100 mil, assinado pela jornalista Mirian Dutra com a Eurotrade Ltd, empresa do Grupo Brasif com sede nas Ilhas Cayman, entre 2002 e 2006.

Brasil, de golpe a golpe

Proclamação_da_República_by_Benedito_Calixto_1893

A história republicana está a sugerir uma categoria de golpe operado dentro da ordem institucional-legal vigente, as definições correntes dizem-nos que os golpes de Estado se caracterizam pela surpresa, pela violência militar ou civil e pela ilegalidade
por Roberto Amaral, no Correio do Brasil
Ilegalidade, evidentemente, em face da ordem legal que fraturam, pois, na sequência, o golpe de Estado vitorioso (e só esse conta) impõe sua própria legalidade.
Malogrado, o golpe de Estado é condenado como crime político; vitorioso, transforma-se em fonte de poder e de direito, autoritário ou não.
Nossa história é farta em exemplos de golpes de Estado, desde o Primeiro Reinado, mas nem todos podem ser classificados como ilegais, exatamente por terem sido operados dentro da ‘ordem’ e, portanto, sem violência e sem determinarem rupturas constitucionais.

Rodrigo Vianna: Sérgio Moro é marqueteiro da oposição, pauteiro da mídia e agora pretende ser o coveiro do PT

Sérgio Moro

Sérgio Moro é marqueteiro da oposição, pauteiro da mídia, e quer ser coveiro do PT
Sérgio Moro, o juiz das camisas negras, age com a precisão de um marqueteiro da oposição.
Nas duas últimas semanas, o quadro foi extremamente desfavorável às forças que lutam para inviabilizar Dilma e para enxotar Lula e o PT da vida pública.
A derrota de Cunha na votação para liderança do PMDB (com atuação política do Palácio do Planalto, em favor do vitorioso Picciani), a inclusão do processo contra Eduardo Cunha na pauta do STF para julgamento nas próximas semanas e, por fim, o vergonhoso caso Miriam Dutra/FHC/fantasma do Serra: foram três episódios a demonstrar que a oposição tucana não tem forças para derrubar o lulismo.