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domingo, 20 de setembro de 2015

Três questões-chave para entender por que o Brasil está no vermelho

Olá, pessoal que lê o Blog!
A BBC é uma empresa jornalística com viés conservador. Mesmo levando isso em conta, a matéria que se segue é - como todas deveriam ser - equilibrada.
Attico
para ampliar receitas; a presidente já falou em "remédios amargos"
Ao rebaixar a nota do Brasil, que perdeu o status de bom pagador, a agência Standard & Poor's questionou a "habilidade e a vontade" do governo Dilma Rousseff ao submeter ao Congresso um Orçamento deficitário para 2016, espelhando as dificuldades da implementação da política econômica comandada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em equilibrar as contas públicas.
O plano previa um deficit - a diferença entre gastos e receitas - de R$ 30,5 bilhões. Sem ter "troco", o governo não terá o que poupar para pagar juros e diminuir a dívida pública – o avanço do gasto com juros é apontado por alguns especialistas como o principal motivo para o rebaixamento do país.

Dinheiro sujo não é só o que vem da sujeira. É o que compra a sujeira, também


Como , infelizmente, não é possível falar de política no Brasil sem falar em dinheiro, acho que vale seguir no tema do financiamento empresarial das campanhas.

É evidente que não se pode dizer que toda doação de campanha seja corruptora, ao menos diretamente, mas o que a faz ilegítimas não é o fato de serem dentro ou fora da lei, essencialmente. É servirem para comprar privilégios, desde o acesso fácil a governantes até às obras e contratos que eles, em nome do poder público, contratam.

Legais ou ilegais, é a isso que se destina a maioria delas.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

STF barra doações de empresas em eleições

Por isso o Gilmar ateou fogo às vestes ...
A decisão Suprema e irrevogável de interditar o acesso de grana das empresas na eleição é a maior das reformas políticas que o Congresso - supostamente - precisa aprovar para atender às supostas demandas dos marchadeiras de 2013.
Aqueles que eram incentivados pela Globo e as suaves apresentadoras da GloboNews: "a ponte Rio-Niteroi é em frente à direita", dizia a âncora em êxtase orgasmático.
A reforma é essa do Supremo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Produção de petróleo bate novo recorde: quase 3 milhões de barris

Aí o "fracasso" da Petrobrás e do pré-sal.

Aí a Petrobrás que "não consegue dar conta".
A cada mês, um novo recorde de produção, suprindo a energia necessária à economia brasileira.
A velocidade com que a Petrobrás vem explorando os novos poços do pré-sal já bateu todos os recordes internacionais. Ou seja, é a melhor companhia de petróleo do mundo.
E tem gente que pretende entregar esse tesouro às multinacionais, que tem um custo maior (ou seja, pagarão menos impostos) e menos know how de produção (produzirão menos).
Uma pena ainda que queiram transformar a necessária investigação contra a corrupção na estatal, investigação essa que começou após a demissão, pela presidenta Dilma, da maioria dos corruptos, numa conspiração midiático-judicial com vistas a aplicar um golpe de Estado

Na crise, uns comem o pato. E os patos pagam o pato


terça-feira, 15 de setembro de 2015

Doação empresarial “by Cunha”: agora, sim, todo o dinheiro será “secreto”

Para matar de vergonha os “arautos da moralidade” que silenciam diante da imoralidade do projeto que consagra as doações empresariais para campanhas eleitorais, que só se viabilizou porque Gilmar Mendes sentou-se por um ano e meio sobre a decisão de proibi-lo, como já decidira o Supremo Tribunal Federal, não é preciso que algum blog de esquerda escreva sobre isso.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A 'independência' da Folha de S. Paulo

O jornal Folha de S. Paulo publicou neste domingo três matérias bastante interessantes. A primeira: "Gestão Alckmin paga R$ 1,5 milhão a João Doria Jr, pré-candidato tucano à Prefeitura da capital".
Veja a reportagem: 
"O governo do Estado de São Paulo, comandado pelo tucano Geraldo Alckmin, pagou R$ 1,5 milhão ao empresário João Doria Jr., um dos pré-candidatos do PSDB à prefeitura paulistana, por anúncios veiculados em sete revistas da Doria Editora, entre 2014 e abril deste ano.