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domingo, 13 de setembro de 2015

Miola: rebaixamento é alívio para o governo

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O rebaixamento da classificação de crédito do Brasil é, naturalmente, uma notícia incômoda para o governo. Mas também é um fator de alívio, como aquele espinho minúsculo encravado no pé e que, uma vez removido, permite caminhar sem mancar.

A oposição e a mídia oposicionista, compreensivelmente, fazem um escarcéu; pintam o fim do mundo; tratam como a escala no purgatório da passagem para o inferno.

A vida real e terrena, entretanto, não condiz com esse alarmismo. O carnaval político-midiático serve apenas para desestabilizar ainda mais o ambiente político-institucional e para assanhar a insaciável orgia especulativa. E é pretexto para a agitação golpista do impeachment.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Agência que rebaixou Brasil levou multa bilionária em fevereiro


Standard & Poor's concordou em pagar US$ 1,4 bilhão ao governo americano em caso que reacendeu questionamentos sobre atuação de empresas de classificação de risco.

A decisão da agência Standard & Poor's de rebaixar o Brasil em sua avaliação sobre os riscos do país não apenas poderá custar bilhões à economia do país pela fuga de investimentos como promete acirrar ainda mais a crise política envolvendo a presidente Dilma Rousseff.

Há alguns meses, no entanto, quem se via sob fogo cerrado era a própria instituição: a S&P foi ré em um processo movido pelo Departamento de Justiça dos EUA, que acusou a agência de ter mascarado o grau de risco de investimentos nos chamados papéis subprime, os vilões da crise financeira desencadeada em 2008.

Como os bancos ganham com a perda do Brasil



Só muda uma coisa: o Brasil vai pagar mais juros aos patrões das agências.
As agências de risco são um departamento subsidiário dos bancos internacionais.

Aí, predominam os americanos, que se acumpliciaram às agências para dar o Grande Golpe de 2008.

Como o FMI, elas trabalham para os bancos.

O FMI, porém, tem economistas melhores.

As condições estruturais do Brasil são as mesmas com ou sem grau de investimento. 

O Pão de Açúcar, Mato Grosso e a Embrapa estão no mesmo lugar.

E os US$ 400 bilhões de reservas, idem.

O que muda?

Quando o Tesouro e as empresas brasileiras quiserem pegar dinheiro no exterior terão que pagar juros mais altos aos bancos que inspiram e fornecem oxigênio - entre outras necessidades - às agências de risco.

Precisa desenhar, amigo navegante ?

Standard & Poor's pagará multa de US$ 1,37 bi por seu papel em crise

Agência fechou acordo com autoridades dos Estados Unidos. S&P teria 'enganado' investidores sobre qualidade de créditos imobiliários.

A agência de classificação de risco Standard and Poor's aceitou pagar uma multa de US$ 1,37 bilhão às autoridades americanas por seu papel na crise financeira internacional de 2007 e 2008.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Quem afogou o menino Aylan Kurdi?



80% dos poços da Líbia e do Iraque são hoje controlados pelas petrolíferas ocidentais
foto refugiados
Na foto, a demonstração contábil dos lucros de empresas petrolíferas




O presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan acusou o Ocidente de causar a crise dos refugiados para obter lucros.

“Tem petróleo na Líbia e no Iraque? Então, vamos nos apropriar dele! Nao é essa a situação, hoje ? Oitenta por cento dos campos de petróleo do Iraque são hoje controlados pelo Ocidente. O mesmo acontece na Líbia."

Carta aberta ao aposentado FHC


E a farsa do auto-exílio ?

Por sugestão da amiga navegante Maria Ismereria, o Conversa Afiada publica – com censura – carta  ao então Presidente Fernando Henrique Cardoso.

Diz Maria:

“A carta foi publicada no jornal A TRIBUNA DA IMPRENSA pelo coronel-reformado Alcio de Alencar Nunes no dia 11 de agosto de 1998, dois dias após FHC chamar de vagabundos os aposentados com menos de 60 anos de idade.

Ele se esqueceu de que ele mesmo, FHC, se aposentou aos 37 anos  com apenas seis anos de serviço como professor assistente de Sociologia na USP, em janeiro de 1969.
 

Nesse 7 de setembro, o
 dia da palhaçada, nada melhor que reproduzir a indignação de um Coronel do Exército: 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Lula vai inflar ou desinflar, como candidato?


lulamujicA
Em meio a esta polêmica imbecil sobre o boneco inflável do ex-presidente Lula com roupa de presidiário (um processinho “básico” sobre seus donos e exibidores resolveria o problema) o fato político relevante é a admissão clara que Lula fez, ontem, de que será candidato a presidente em 2018.