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sábado, 21 de março de 2015

Youssef e Aécio: o silêncio que grita na mídia brasilera


O Conexão Serrana reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço.

A única ditadura que existe, mesmo, no Brasil, é a da mídia.

Estamos em tempo de ruas cheias, fervor cívico, indignação popular contra a corrupção, não é?

O que diz Alberto Youssef, o ladrão que virou oráculo da verdade é o bastante para demolir reputações, prender, quase para linchar alguns.

Correia chama Aécio às falas


O Conexão Serrana reproduz nota à imprensa do deputado estadual Rogério Correia (PT-MG):
Ou como diriam os mineiros: “pó pará, Aécio, pó pará!”. Na defensiva, vem novamente o senador Aécio Neves tentar desqualificar a Lista de Furnas, que o coloca no centro da Operação Lava Jato, a partir da delação de Alberto Youssef. Vamos relembrar o roteiro do processo de reconhecimento da autenticidade da Lista:

sexta-feira, 20 de março de 2015

Jornalismo tendencioso ameaça sobrevivência do sistema Globo


A Globo caminha para a quebra. Se isso acontecer será culpa quase exclusiva de seu Departamento de Jornalismo.

É que se alguém quiser se aproveitar da situação para comprar aGlobo encontrará a seu favor o mais arrogante, mais pretensioso, mais insolente grupo de “formadores de opinião” como nunca se viu antes na história deste país, e com poderes ilimitados.

Justiça recebe ação da promotoria contra cartel de trens em SP


Ministério Público fez aditamento com novos argumentos no processo em que pede dissolução de 10 empresas e ressarcimento de quase meio bilhão de reais do Tesouro
A Justiça recebeu o aditamento do Ministério Público Estadual na ação em que a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social pede a dissolução de dez empresas supostamente envolvidas com o cartel do setor metroferroviário que operou no Estado de São Paulo entre 1998 e 2008, nos governos Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB. O juiz Marcos Pimentel Tamassia, da 4.ª Vara da Fazenda Pública da Capital, mandou notificar a Fazenda do Estado para ingressar como parte interessada na ação, se entender que é o caso.

Doação ao PT é propina e ao PSDB é amor?


"A delação premiada do Dr. Sérgio Moro produz uma meia-verdade obtida a partir ao encarceramento de empresários por meses. Que aceitam dizer que deram a um como propina e silenciam – aliás, nem são perguntados – se aos outros que deram foi por amor.

Qualquer investigador perguntaria porque deram a outros partido. Aqui, não. Aqui a moralidade da mídia, bem como a apuração de seus jornalistas, é seletiva", diz o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço

Justiça recebe ação da Promotoria contra cartel dos trens

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Ministério Público fez aditamento com novos argumentos no processo em que pede dissolução de 10 empresas e ressarcimento de quase meio bilhão de reais do Tesouro

A Justiça recebeu o aditamento do Ministério Público Estadual na ação em que a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social pede a dissolução de dez empresas supostamente envolvidas com o cartel do setor metroferroviário que operou no Estado de São Paulo entre 1998 e 2008, nos governos Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Juiz da Lava Jato libera provas para investigação sobre monotrilho de SP


Sérgio Moro acata pedido da Promotoria do Patrimônio Público da capital paulista e afirma que colaboração nas investigações é um “objetivo político válido”

O juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na Justiça Federal no Paraná, autorizou nesta terça-feira, 17, o compartilhamento de provas da suposta atuação do doleiro Alberto Youssef em obras da Linha 15 – Prata do Monotrilho de São Paulo com o Ministério Público, que abriu um inquérito para investigar o empreendimento.